Logo MBA USP ESALQ
pt-BR
Gestão e Negócios

8 de dezembro de 2020

3 mitos do Marketing para você abandonar (segundo o Google!)

Por Marina PetrocelliAtualizado em 30/05/20264 minutos de leitura
Mitos do marketing

Algumas ideias são reproduzidas ao longo do tempo como se fossem verdades absolutas. Hoje, vamos conversar especificamente sobre três mitos do Marketing...

Algumas ideias são reproduzidas ao longo do tempo como se fossem verdades absolutas. Hoje, vamos conversar especificamente sobre três mitos do Marketing que perderam força nos últimos anos. E tudo isso de acordo com a equipe do Google Media Lab!

Para começar a desmistificar alguns conceitos, é preciso entender que, em muitos aspectos, ficamos com a sensação de que as coisas são assim, sempre foram e sempre serão. É por isso que, por vezes, acabamos paralisados frente a alguma ação ou até descartando algumas práticas de forma automática, sem realmente considerar que elas poderiam funcionar.

Que tal conhecer um pouco mais sobre esses três mitos do Marketing e melhorar algumas percepções sobre o assunto?

Produção de vídeo: tempo e custo

Um dos grandes mitos do Marketing identificado pelo pessoal do Google é que a produção de vídeos custa caro, demora para ser realizada e leva muito tempo para entrar no ar.

Quando pensamos em adaptar os recursos para as particularidades de cada plataforma, falar em vídeo remete à contratação de diretor e equipe, equipamentos de alto valor, transporte desses equipamentos, definição de uma localização perfeita e todos os custos com a edição e a pós-produção.

Parece que o trabalho não tem fim e precisa de grandes investimentos para acontecer. Mesmo assim, algumas plataformas ainda diminuem a qualidade na hora de entregar seu vídeo e todo esse empenho vira uma grande frustração.

Mas nem tudo precisa ser assim. Alguns aplicativos e ferramentas já possibilitam que o próprio time de Marketing grave e edite os materiais, bem como ajudam a criar rapidamente diferentes anúncios do mesmo produto ou serviço, a partir de uma divulgação genérica, para diferentes públicos e audiências.

A Decathlon utilizou o que eles chamaram que “personalização em escala” de vídeos para anúncios com o Youtube Director Mix. Confira mais sobre essa ferramenta e o case da empresa aqui!

Também separamos algumas dicas de vídeo marketing para você começar a usar agora mesmo

Dados, dados e mais dados

Cada vez mais as tomadas de decisão são baseadas em dados. Uma empresa, por exemplo, analisa os dados para definir o reabastecimento do estoque e as contratações de colaboradores. Já os clientes se baseiam em informações para optar por uma compra ou marca.

Você pode saber mais sobre essa orientação por dados aqui!

Quando trazemos os dados para o marketing digital, podemos pensar no número de visitantes que retornaram ao site, até que ponto um usuário rolou uma página ou até mesmo quais os exatos minutos e segundos em que as pessoas saem do nosso vídeo, por exemplo.

Mas será que todas essas métricas são realmente importantes? Entre os mitos do Marketing, somos levados a acreditar que todas as informações são relevantes e acabamos, algumas vezes, relacionando mais informações do que de fato precisamos para determinado objetivo.

O uso de dados para orientar as tomadas de decisão também deve ser filtrado e o ditado que diz que “menos é mais” também vale para a utilização dos dados no marketing digital.

Faça como o Google: identifique as campanhas e os três principais objetivos de cada uma delas. Assim fica mais fácil trabalhar com as métricas exatas para atingir os resultados.

A substituição por robôs

Nós já conversamos aqui no Next sobre esse assunto, que vai além dos mitos do Marketing. Contudo, esse post pode ficar obsoleto no minuto seguinte de sua publicação. Afinal, estamos acompanhando o crescimento cada vez mais rápido e intenso das inteligências artificiais e machine learning.

Mais do que nunca, devemos focar no que as máquinas fazem melhor do que nós e, assim, teremos tempo para desenvolver e produzir a partir do que somos bons enquanto seres humanos, como criatividade, inovação, inspiração e ideias.

Com os robôs concentrados, por exemplo, em calcular as equações que resultam nas métricas mais importantes, o operacional humano pode trabalhar no criativo dos anúncios.

A conclusão do Google é de que as máquinas tomam decisões que exigem muito trabalho manual e baixo nível de complexidade. Assim, as pessoas se encarregam das habilidades e competências que são exclusivas da nossa característica de ser humano.

Você já tinha pensando sobre esses mitos do Marketing? Quais outras crenças você já conseguiu desmistificar?

Autor(a) da publicação
Foto de Marina Petrocelli

Marina Petrocelli

Over 12 years have passed since my first experience with Social Communication. My first professional years were dedicated to the routines of redactions with no or little digital relevance. Plural journalism was resumed in investigating facts, write a piece and guarantee an expressive picture. The first sign of change came with the proposal of changing realities and experimenting a different way of producing. From then on, the specificities of the marketing universe became permanent. Oh! I’ve also graduated in Law School (passing the bar exam and all). But not everything is comprised tom y professional skills. As a content producer, I’m interested in good stories, from real people or series, movies and books, specially dystopias. I like to draw up travel plans and identify stars and constellations on a cell phone app. Museums, music and art in general grab my attention, as well as pop culture. O primeiro sinal de mudança veio com a proposta para mudar de realidade e experimentar um formato diferente de produzir. Daí pra frente, as particularidades do universo do marketing se tornaram permanentes. Ah! Também me formei em Direito (com inscrição na OAB e tudo). Mas nem tudo se resume às minhas habilidades profissionais. Como produtora de conteúdo, me interesso por boas histórias, de pessoas reais ou em séries, filmes e livros, especialmente distopias. Gosto de montar roteiros de viagens e reconhecer estrelas e constelações em um aplicativo no celular. Museus, música e arte no geral chamam minha atenção, assim como cultura pop.

Veja abaixo as publicações desse autor.
Compartilhar publicação

Compartilhe nas redes

Posts relacionados